Na Globo o Placar é: Homossexuais 10 x 0 Família
Globo e você. Nada a ver
O Brasil assistiu essa semana a mais um final de uma novela das sete da rede Globo intitulada Morde e Assopra, que tinha um enredo chato, sobre dinossauros e robôs e uma baixa audiência. Para melhorar sua audiência foi incrementado ao enredo um personagem homossexual extremamente afetado e caricato vivido pelo ator André Gonçalves e ainda um que era hétero porém se fantasiava de mulher para fugir da polícia.
A protagonista uma solteirona que nunca ligou pra casar porém sempre teve uma vida sexual ativa. Famílias completas, compostas por pai, mãe e filhos felizes… Bem se mostrou, foi muito pouco. E assim foi quase toda a novela. Até aí, nenhuma novidade por parte da Globo.
Como sempre os personagens gays são “os mais divertidos, alegres, compreensivos, preocupados com a família, o bem-estar social e a paz mundial” enquanto os religiosos são “ intransigentes, homofóbicos, caricatos, ríspidos, anti-social, arrogantes, preconceituosos, hipócritas e fingidos”.
Porém o absurdo foi no final dessa novela, duas mulheres serem abandonadas no altar, porque seus respectivos noivos preferiram ficar com outro homem. Não entendeu? Eu explico…
1º Áureo( André Gonçalves) o personagem homossexual que como citado era extremamente afetado, vivia tentando seduzir um caipira que caiu em seus encantos e o pediu em casamento no dia em que ele se casaria com a mãe de seu filho. O noivo não resiste a investida do caipira e abandona a noiva mãe de seu filho no altar para viver com o então caipira . Como se não fosse o bastante, a noiva ainda sai de lingerie da igreja e disposta a pousar nua para revistas masculinas.
2º Sargento Xavier (Anderson di Rizzi) abandona sua noiva na igreja para fugir com Élcio (Otaviano Costa) que se veste de mulher e tem como codinome Elaine ou Pirulitona. A noiva arrumou outro ali mesmo na igreja e se casou. Se é pra constituir uma família na globo é de qualquer jeito, mas, se for história homossexual tem que ter romance.
O que a rede Globo quer mostrar com isso? O homossexualismo tem crescido, é verdade. Mas, não como mostra a tv. Querem a todo custo impregnar no brasileiro a cultura da homossexualidade.
A bíblia condena claramente o homossexualismo, embora Deus ame o pecador ele aborrece o pecado.
Levítico cap.18
22 Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.
30 Portanto guardareis o meu mandamento, de modo que não caiais em nenhum desses abomináveis costumes que antes de vós foram seguidos, e para que não vos contamineis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.
Sempre é tempo para recomeçar, caso alguém queira se arrepender de seus atos. Deus o transforma numa nova criatura e lhe dará forças para vencer as tentações, desde que você esteja firme em seu propósito de ser fiel a le e não de se esconder atrás da Bíblia ou de uma religião.
Fonte: Por Oseías Campos para o Panorama Cristão, On 10.15.11, In Artigos, Temas Polêmicos, by Oseias Campos
Seja uma benção nas mãos de Deus, Ele nos criou para o adora-Lo e servi-lo para todo sempre amém, mais o mundo atualmente esta fugindo dos propositos de Deus. venha fazer parte desse mover espiritual dando sua opinião e fazendo parte conosco nessa luta. para glória e honra do nosso senhor Jesus Cristo.
sábado, 15 de outubro de 2011
Angústia nunca mais!
A partir deste programa conheceremos as profecias que foram feitas por Naum. A Bíblia diz que Naum era um elcosita (Naum 1:1), provavelmente uma alusão ao lugar onde tenha nascido. “Alguns tem procurado identificar com Al-Kush, que fica cerca de 40 quilômetros ao norte de Mosul, cidade moderna, localizada perto da antiga Babilônia, no Iraque. Acredita-se que Naum pertencia a uma das dez tribos de Israel que foi deportada para aquela área” (Estudo sobre os Profetas Menores, vol. 1, p.268).
Segundo os teólogos, “Naum era um homem que tinha uma clara compreensão de Deus. Demonstrava profunda espiritualidade e grande intuição. Tinha uma natureza muito sensitiva e um hábil poder de observação. Naum usou a natureza para simbolizar os castigos e a fúria de Deus” (Estudo sobre os profetas Menores vol. 1 pg.269).
O livro do profeta Naum tem um destino diferente do que temos estudado até agora. Todo o livro é uma profecia que diz respeito à cidade de Nínive. “Nos dias do profeta Naum, Nínive estava no zênite de sua força e esplendor. Não havia sinal visível de que Deus iria punir os ninivitas por causa dos seus maus atos. Judá sofrera amargamente os ataques desalmados dos assírios. Todavia, Naum sabia que nenhum povo poderia continuar desafiando a Jeová sem punição” (Estudo sobre os profetas Menores, vol. 1, p.270).
“Naum escreveu o livro dele em torno do ano 640 AC” (Estudo sobre os Profetas Menores, vol. 1, p.271). Ou seja, pelo menos 150 anos depois da missão de Jonas em Nínive. Naquela ocasião (mais ou menos o ano 790 AC), houve um arrependimento naquele lugar, mas, infelizmente, não durou para sempre. Portanto, o livro de Naum completa o livro de Jonas.
Vamos conhecer a primeira profecia feita por Naum? Está no capítulo 1:9 “o que projetais vós contra o Senhor? Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia”.
Para entendermos melhor, dividiremos esta profecia em duas partes. A primeira delas é uma advertência que o profeta faz aos ninivitas. A Bíblia, na versão do Padre Mattos Soares, apresenta este verso da seguinte forma. “Por que formais projetos contra o Senhor?” ou “por que vós conspirais contra o Senhor?” Em outras palavras, o profeta adverte aos assírios que a jactância ou a arrogância deles contra Deus era o pior que poderiam estar fazendo. O profeta insiste com os assírios de que o orgulho e o desafio a Deus produzirão conseqüências desagradáveis.
Amigo ouvinte, esta profecia não pode ser estudada sem nos envolvermos com ela. O orgulho e a arrogância dos assírios produziam ruína e destruição. O mesmo acontece com os arrogantes e orgulhosos de hoje. Infelizmente existem pessoas que ainda não entenderam que o orgulho, a arrogância e o desejo de querer ser mais do que os outros sempre precede a ruína. Temos exemplos de sobra que mostram o fim dos arrogantes. Você, com certeza, conheceu ou conhece algum orgulhoso ou arrogante que acabou, no final, em ruína completa. Na política, principalmente, isso é muito comum. No final, o pó, é o destino dos orgulhosos e arrogantes.
Mas sabe, o pior dos arrogantes é quando estes se voltam contra Deus ou quando não deixam espaço para o Senhor do Universo. A pior tragédia para o ser humano, sem dúvida, é quando quer assumir o lugar de Deus, ou não reconhece a sua posição. O homem sábio reconhecerá sempre qual é o seu lugar; mas o homem tolo sempre irá querer estar no lugar que não lhe pertence.
“O que projetais vós contra o Senhor”? É a pergunta que Naum faz. Porém, imediatamente já dá a resposta: “Ele mesmo vos consumirá de todo”. A profecia adverte que serão destruídos todos os que assumirem tal postura. Sim, o orgulho tem em si um poder corrosivo. Traz em seu bojo o vírus da destruição. Em nenhum lugar você vai encontrar alguém defendendo que o orgulho produz algum beneficio para o ser humano. No rastro do orgulho vem a queda; e com a queda vem a dor, a humilhação e a destruição. Por isso, o profeta afirma que os ninivitas não serão poupados por causa da arrogância e maldade que manifestam.
A segunda parte da profecia diz o seguinte: “Não se levantará por duas vezes a angustia”. Aqui está a profecia para Nínive: a maldade e a arrogância não se levantarão novamente. Os assírios serão consumidos, virarão pó, para sempre.
E “a profecia foi cumprida no ano 612 AC. Uma força combinada de Medos e Babilônicos atacou e capturou a cidade de Nínive; e assim desapareceu para sempre o cruel império assírio… O local foi subseqüentemente habitado, mas nunca mais adquiriu qualquer significação especial” (Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, vol. 4, p.507).
Mas é importante lembrar também que esta profecia tem uma aplicação universal. Deus também tem uma conta a acertar com o mundo inteiro. No final da história, após o milênio mencionado em Apocalipse 20, quando Deus purificar com fogo este planeta e criar novos céus e nova terra, nunca mais se levantará a angústia novamente.
Por isso, a nossa esperança está no dia em que Jesus virá cumprir promessa que fez, de nos levar para reino dEle, um lugar de paz, amor, segurança e infinitas oportunidades de sucesso e crescimento. Os sinais estão aí, acontecendo a cada dia. Fome, tempestades, furacões, incêndios, violência. Tudo isto indica que o retorno de Jesus não vai demorar muito.
Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
Fonte: redemaranata.org.br
Terremotos em larga escala
Terremotos em larga escala
O cenário é o mesmo. Ano 33 de nossa era. No alto do monte das Oliveiras os discípulos ouvindo Jesus revelar o futuro do mundo. O Mestre explica que os dias seriam marcados pela guerra, pelo desejo de poder e por doenças incuráveis.
Hoje, vamos abrir um pouco mais desta cortina e descobrir outras coisas reveladas naquela ocasião: “Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes, pestes, e terremotos em vários lugares” (Mateus 24:7).
Já analisamos em programas anteriores um pouco sobre a guerra, a fome e as doenças. Hoje vamos nos deter nos sinais relativos aos terremotos.
Esta profecia teve o começo de seu cumprimento poucos anos depois de Jesus ter falado sobre o assunto. “Houve um grande terremoto em Creta, em 46 ou 47 D.C. Em Roma houve um terremoto, nos dias de Nero, em 51 DC. Houve outro terremoto em Apamea, na Frígia, mencionado por Tácito, enquanto este mesmo historiador cita diversos outros terremotos em Campanha e em Laodicéia. Um severo terremoto sacudiu Jerusalém em cerca de 67 D.C., que ficou registrado por Josefo” (Novo Testamento Interpretado vol.1 pg.557).
Os historiadores do passado tiveram a preocupação de registrar essas calamidades de seu tempo. Elas eram vistas pelos cristãos como um cumprimento das palavras de Cristo. Nos últimos séculos, porém, os terremotos ganharam destaque ainda maior por causa do grande número de vitimas.
Não quero tornar-me cansativo ao relatar o que aconteceu e o número de vítimas fatais em cada um dos terremotos. Ouça, porém, de alguns. Em 1456, o terremoto de Nápoles na Itália matou 30 mil pessoas; em 1556 em Shensu, na China, um forte terremoto matou 820 mil pessoas; e o terremoto de Calcutá, em 1737, ceifou 130 mil vidas. Depois de 1755, um tremor em Tóquio, resultou na morte de 200 mil pessoas.
O terremoto de Lisboa, em 1755, possivelmente 8,5 na escala Richter, foi, entretanto, um tremor regional, mesmo que o abalo tenha coberto cerca de dois milhões de quilômetros quadrados; mais que um terço da Europa.
Em 1923, o abalo de Kwanto, Japão, matou 140 mil pessoas. Já em 1976, um terremoto na China, matou 650 mil pessoas.
Qual deve ser a visão de um cristão diante deste quadro assustador? Primeira. Reconhecer que, quando acontecem essas calamidades, isto não significa que Jesus vem em seguida e que chegou o fim do mundo. O próprio Jesus afirmou o seguinte: “Mas todas estas coisas são o princípio das dores” (Mateus 24:8).
Jesus está sendo muito realista com os discípulos e com você também. A vida neste mundo é composta de alguns momentos de alegria e felicidade, mas é marcada por duros momentos de dor e aflição. Ao dizer que aquelas calamidades que estavam sendo apresentadas eram apenas o inicio do fim de uma era dominada pelo pecado.
Satanás, o autor do mal, se deleita em ver os filhos de Deus sofrerem com essas calamidades. Jesus já alertara a todos de como seria a vida aqui nesta terra. Não seria fácil.
Porém, não é um mundo de catástrofes que Deus prometeu aos fiéis. Existe algo muito melhor!Antes de subir aos céus, Cristo fez a seguinte promessa: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:2-3).
Este é o grande plano que Deus tem para você e para mim. Deus não é o autor do mal ou do sofrimento. O futuro que está às portas é completamente diferente!
A segunda reação que se espera de um cristão, é que entenda que se os sinais indicados por Jesus estão se cumprindo na sua plenitude. A qualquer momento pode acontecer o cumprimento da grande promessa: Virei outra vez.
Nenhum cristão duvida do cumprimento desta profecia. A grande dúvida é quando ela vai acontecer, ou quando será concretizada.
O grande desafio para o cristão é viver uma vida de continuo preparo, pois ninguém sabe a hora em que a promessa deixará de ser promessa e se tornará realidade. A atitude que um verdadeiro cristão deve ter diante do que acontece é ser um contínuo vigilante.
Um inspetor de uma escola ofereceu um prêmio para o aluno cuja carteira estivesse mais limpa quando ele voltasse. Quando o senhor voltará? Perguntaram os alunos. Eu não posso dizer-lhes. Uma menina, nada caprichosa e ordeira, decidiu ganhar o prêmio. Você? Disseram os colegas. Logo você com sua carteira em desordem! Eu vou limpá-la cada segunda-feira pela manhã, disse a menina. E se ele voltar no final de semana? Bem, então acho que vou arrumar minha carteira cada manhã. E se ele voltar no fim do dia? Bem então acho que vou manter minha carteira limpa todo o tempo.
Amigo ouvinte, esta ilustração nos ensina como devemos agir com a promessa da volta de Jesus. Enquanto virmos os sinais se cumprirem a cada dia diante de nossos olhos, não podemos ficar sem uma reação.
Os terremotos estão aí, acontecendo aos milhares cada ano. São avisos de que o fim se aproxima. De que Jesus em breve voltará. Você está preparado para este encontro, atento aos avisos de Deus?
Creia no Senhor Deus para estar seguro. Creia nos profetas dEle para você prosperar.
Fonte: http://www.redemaranatha.com.br/?
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Crianças africanas são usadas em rituais de curandeiros na Europa
O sangue humano é oferecido por muitos deles e a prática chama a atenção para a quantidade de crianças desaparecidas
Crianças africanas são usadas em rituais de curandeiros na Europa
A BBC divulgou uma matéria sobre o tráfico de crianças na África que são sequestradas para serem usadas em rituais de curandeiros na Europa. Nos últimos quatro anos pelo menos 400 crianças foram tiradas de seus pais e levadas para a Grã-Bretanha, mas acabaram sendo resgatadas pelas autoridades britânicas.
De acordo com um relatório do Departamento de Estado americano, a Uganda é um dos principais países de onde saem estas crianças, cerca de 9 mil delas desapareceram no país nos últimos quatro anos. Os vilarejos ao redor da capital, Campala, são os lugares preferidos dos sequestradores que as levam para países europeus para terem o sangue usado em rituais.
A reportagem da BBC chegou a conversar com um sequestrador africano que disse que cada criança custa mais de US$ 15 mil (quase R$ 27 mil) para ser sequestrada. Os produtores do canal inglês também visitou curandeiros da Grã-Bretanha e dois deles ofereceram rituais com sangue humano, mesmo sendo proibido pela legislação local o sangue encontrado não pode ser apreendido pois não tem como saber se foi tirado contra a vontade do doador.
Fonte:BBC Brasil,
De acordo com um relatório do Departamento de Estado americano, a Uganda é um dos principais países de onde saem estas crianças, cerca de 9 mil delas desapareceram no país nos últimos quatro anos. Os vilarejos ao redor da capital, Campala, são os lugares preferidos dos sequestradores que as levam para países europeus para terem o sangue usado em rituais.
A reportagem da BBC chegou a conversar com um sequestrador africano que disse que cada criança custa mais de US$ 15 mil (quase R$ 27 mil) para ser sequestrada. Os produtores do canal inglês também visitou curandeiros da Grã-Bretanha e dois deles ofereceram rituais com sangue humano, mesmo sendo proibido pela legislação local o sangue encontrado não pode ser apreendido pois não tem como saber se foi tirado contra a vontade do doador.
Fonte:BBC Brasil,
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Arábia Saudita: jogador é detido por mostrar tatuagem de Jesus
Arábia Saudita: jogador é detido por mostrar tatuagem de Jesus
O jogador de futebol colombiano Juan Pablo Pino, que joga na liga da Arábia Saudita, foi detido pela polícia do país por exibir em público tatuagens com motivos religiosos.
O incidente ocorreu quando o atleta fazia um passeio por um shopping da capital da Arábia Saudita, Riad, acompanhado de sua mulher. Ele vestia uma camiseta sem mangas que deixava à mostra uma tatuagem de Jesus Cristo em um dos seus braços.
De acordo com a imprensa do país, a imagem provocou indignação de várias pessoas que estavam no local, que começaram a insultá-lo, atraindo a atenção da polícia moral, encarregada de garantir o cumprimento das leis que regem o reino saudita. Os agentes detiveram o jogador do clube Al Nasr até a chegada do delegado da corporação.
Procurado pela Agência Efe, o clube não quis comentar o caso, mas chegou a publicar declarações do atleta, que manifestou sua “profunda tristeza” pelo que houve e afirmou respeitar as leis do país.
O colombiano disse que até comprou uma roupa muçulmana para sua mulher “para que ela saia de maneira respeitosa” e possa se vestir com vestimentas típicas como a abaya, túnica negra que cobre desde a cabeça até os pés das mulheres.
O jogador também acusou os torcedores de equipes adversárias de explorar o epidódio para prejudicar o Al Nasr. Segundo informações divulgadas por jornais locais, a esposa do jogador está preocupada com a situação e até pediu para que seu marido deixe a equipe e saia do país.
Essa não é a primeira vez que ocorre um problema parecido na Arábia Saudita. No ano passado, o jogador romeno Mirel Radoi, que jogava no Al Hilal, beijou a tatuagem de uma cruz em seu braço após marcar um gol, o que provocou uma reação de descontentamento popular.
Em entrevista à Agência Efe, o xeque Mohammed Nayimi, um dos clérigos mais respeitados do país, disse que as leis sauditas proíbem tatuagens, e que os jogadores têm que respeitar estas regras e escondê-las.
Ele chegou a pedir que os contratos dos jogadores estrangeiros tenham uma cláusula que os obrigue a respeitar a lei islâmica (sharia). O reino da Arábia Saudita é um dos países mais conservadores do mundo muçulmano, no qual se aplica uma versão estrita e rigorosa do islã, o wahhabismo.
Fonte:Terra
Cristãos coptas do Egito enfrentam futuro incerto
Enviado por folhagospel em 11/10/2011 07:39:43 (31 leituras)
Os coptas são o grupo que corre o risco de ser mais prejudicado que qualquer outro pelo rumo atual sendo seguido no Egito, após a queda de uma autocracia impopular.
A violência de domingo (9) no Cairo assinala uma novidade de tenebrosa na história da revolução egípcia inacabada. É uma notícia péssima, por várias razões.
Para começar, ela revela de maneira mais inequívoca que nunca o papel dúbio que o Exército vem exercendo. Relatos de testemunhas oculares deixam claro que foram disparos feitos pelo Exército, seguidos pelo esmagamento repetido de manifestantes desarmados por um carro blindado, que converteram uma manifestação pacífica pedindo justiça em um enfrentamento violento que deixou 24 mortos.
As redes do Twitter e Facebook estão fervilhando de teóricos conspiratórios especulando se isso teria sido o Exército buscando desculpas para adiar as eleições, ou se não passou de táticas desajeitadas de controle de multidões por parte de oficiais repressores. De qualquer maneira, é o enfrentamento mais direto entre Exército e manifestantes visto há muitos meses.
Mais especificamente, a violência é péssima notícia para a assediada minoria copta do Egito --a comunidade cristã antiga que compõe entre 10% e 15% dos 82 milhões de egípcios e que é de longe a maior comunidade cristã da região.
Os coptas são o grupo que corre o risco de ser mais prejudicado que qualquer outro pelo rumo atual sendo seguido no Egito, após a queda de uma autocracia impopular. Neste momento eles estão diante de um futuro incerto, com um largo espectro de resultados possíveis, desde uma democracia liberal até uma república islâmica, ou, o que é o mais provável, uma continuação do governo pelo Exército, apenas com fachada diferente.
Há décadas os coptas temiam que o fim do regime de Mubarak pudesse ser seguido por violência sectária. Três anos atrás eu assisti a alguns workshops organizados pelo editor de jornais copta Youssef Sidhom, com o objetivo de preparar seu povo para a ascensão da Irmandade Muçulmana, algo que muitos coptas acreditavam ser inevitável.
Editor do "Watani", o maior jornal copta do Egito, Sidhom achava que o diálogo entre as duas comunidades religiosas era uma necessidade urgente e que os coptas teriam que aprender a conviver com os islâmicos e chegar a um entendimento com um agrupamento político que eles temiam havia muito tempo.
"Após o êxito dos Irmãos Muçulmanos nas eleições, não podemos mais ignorá-los", ele me disse em 2008. "Precisamos começar um diálogo, para esclarecer quais são as políticas deles em relação a nós e para acabar com a desconfiança mútua."
Não é de hoje que os coptas sofrem discriminação mesquinha. Mas o fortalecimento dos islâmicos nos últimos anos deixou a posição dos coptas mais intranquila, e as perspectivas deles, mais incertas, do que estavam havia séculos. Ao longo dos anos 1990, os coptas, especialmente no alto Egito, foram alvos dos guerrilheiros islâmicos do Gama'a Islamiyya.
Desde então, o Gama'a renunciou à violência, e os islâmicos se concentraram em chegar ao poder pelas urnas, coisa encorajada pela política passiva do regime Mubarak em relação ao salafismo. Os coptas reagiram recuando mais e mais para uma postura defensiva sectária, polarizando o país mais ainda.
Uma geração atrás, a maioria dos egípcios escolhia para seus filhos nomes que podiam ser cristãos ou muçulmanos, como Karim ou Adel. Hoje eles tendem a dar a seus filhos nomes como Mohammed ou Girgis (Jorge), que definem sua filiação sectária imediatamente.
Do mesmo modo, a adoção quase universal do hijab pelas mulheres muçulmanas deixou as mulheres coptas expostas e às vezes sujeitas a ameaças e abusos. Diante da polarização e discriminação crescentes, os coptas tendem a formar suas escolas e seus clubes sociais próprios, guardando distância da maioria muçulmana. Isso é algo que foi encorajado muitas vezes pelo clero copta, tão conservador quanto o muçulmano.
Ao mesmo tempo, os coptas viram sua influência política declinar pouco a pouco. Sob o governo Mubarak, ainda havia um governador de província copta e dois ministros coptas. Mas, contrastando com a situação vigente nos tempos de Nasser e Sadat, não há figuras seniores da polícia, juízes, vice-reitores de universidades ou generais militares coptas.
No entanto, mesmo que os coptas enfrentassem alguma discriminação institucional, o próprio Mubarak era em grande medida favorável à comunidade. Ele fez alguns gestos importantes em direção a ela, como converter o Natal em feriado nacional e liberalizar as regras sobre a construção de novas igrejas.
Os coptas tinham plena consciência que, sem ele, as coisas poderiam piorar muito para o lado deles.
Em um primeiro momento as manifestações na praça Tahrir foram um modelo de boa convivência sectária, com manifestantes muçulmanos e cristãos protegendo uns aos outros contra a violência da polícia e dos capangas do regime.
Mas, em meio à incerteza e violência crescentes que se seguiram à queda de Mubarak, vários tumultos anti-coptas de violência crescente explodiram em Cairo e Alexandria, que o Exército fez muito pouco para reprimir. Em março, um pequeno choque em um subúrbio do Cairo terminou com o Exército enviando um xeque salafista para promover uma reconciliação.
Em maio, igrejas foram atacadas por multidões salafistas enfurecidas no subúrbio cairota de Imbaba, depois de serem espalhados rumores de que uma muçulmana teria sido sequestrada por coptas, e salafistas lançaram um chamado no Twitter a seus seguidores para se reunirem em massa e "libertarem uma irmã muçulmana".
O Exército assistiu sem intervir enquanto igrejas eram incendiadas, fato que incentivou radicais a tomarem a lei nas próprias mãos em outros lugares também. Ontem a mídia controlada pelo Exército foi um passo mais longe, incentivando cidadãos patrióticos a defenderem o Exército assediado pelo que ela descreveu como sendo "uma turba cristã".
O dilema e os medos dos coptas espelham os das minorias cristãs em todo o Oriente Médio. Assim como o idoso papa copta Shenouda apoiou Mubarak até o momento da queda deste, fosse o que fosse que os coptas individuais estivessem fazendo na praça Tahrir, as igrejas na Síria estão dando apoio público a Assad, mesmo que muitos ativistas cristãos estejam na vanguarda da oposição. As hierarquias cristãs não se esquecem da devastação da comunidade cristã iraquiana.
A repressão violenta pelo Exército de um protesto cristão no Cairo reflete o perigo crescente à minoria copta do Egito desde a queda de Saddam, quando metade da população cristã iraquiana --cerca de 400 mil pessoas-- foi forçada a deixar o país em meio a uma onda de pogroms islâmicos.
Teme-se que a primavera árabe possa assinalar o início do derradeiro inverno cristão para os fiéis esquecidos do Oriente Médio. Apenas eleições e o advento de governos democráticos estáveis e solidários em toda a região poderiam abrandar esses temores. Lamentavelmente, essa perspectiva parece ser menos provável a cada dia que passa.
Fonte: Folha.com e Guardian
Os coptas são o grupo que corre o risco de ser mais prejudicado que qualquer outro pelo rumo atual sendo seguido no Egito, após a queda de uma autocracia impopular.
A violência de domingo (9) no Cairo assinala uma novidade de tenebrosa na história da revolução egípcia inacabada. É uma notícia péssima, por várias razões.
Para começar, ela revela de maneira mais inequívoca que nunca o papel dúbio que o Exército vem exercendo. Relatos de testemunhas oculares deixam claro que foram disparos feitos pelo Exército, seguidos pelo esmagamento repetido de manifestantes desarmados por um carro blindado, que converteram uma manifestação pacífica pedindo justiça em um enfrentamento violento que deixou 24 mortos.
As redes do Twitter e Facebook estão fervilhando de teóricos conspiratórios especulando se isso teria sido o Exército buscando desculpas para adiar as eleições, ou se não passou de táticas desajeitadas de controle de multidões por parte de oficiais repressores. De qualquer maneira, é o enfrentamento mais direto entre Exército e manifestantes visto há muitos meses.
Mais especificamente, a violência é péssima notícia para a assediada minoria copta do Egito --a comunidade cristã antiga que compõe entre 10% e 15% dos 82 milhões de egípcios e que é de longe a maior comunidade cristã da região.
Os coptas são o grupo que corre o risco de ser mais prejudicado que qualquer outro pelo rumo atual sendo seguido no Egito, após a queda de uma autocracia impopular. Neste momento eles estão diante de um futuro incerto, com um largo espectro de resultados possíveis, desde uma democracia liberal até uma república islâmica, ou, o que é o mais provável, uma continuação do governo pelo Exército, apenas com fachada diferente.
Há décadas os coptas temiam que o fim do regime de Mubarak pudesse ser seguido por violência sectária. Três anos atrás eu assisti a alguns workshops organizados pelo editor de jornais copta Youssef Sidhom, com o objetivo de preparar seu povo para a ascensão da Irmandade Muçulmana, algo que muitos coptas acreditavam ser inevitável.
Editor do "Watani", o maior jornal copta do Egito, Sidhom achava que o diálogo entre as duas comunidades religiosas era uma necessidade urgente e que os coptas teriam que aprender a conviver com os islâmicos e chegar a um entendimento com um agrupamento político que eles temiam havia muito tempo.
"Após o êxito dos Irmãos Muçulmanos nas eleições, não podemos mais ignorá-los", ele me disse em 2008. "Precisamos começar um diálogo, para esclarecer quais são as políticas deles em relação a nós e para acabar com a desconfiança mútua."
Não é de hoje que os coptas sofrem discriminação mesquinha. Mas o fortalecimento dos islâmicos nos últimos anos deixou a posição dos coptas mais intranquila, e as perspectivas deles, mais incertas, do que estavam havia séculos. Ao longo dos anos 1990, os coptas, especialmente no alto Egito, foram alvos dos guerrilheiros islâmicos do Gama'a Islamiyya.
Desde então, o Gama'a renunciou à violência, e os islâmicos se concentraram em chegar ao poder pelas urnas, coisa encorajada pela política passiva do regime Mubarak em relação ao salafismo. Os coptas reagiram recuando mais e mais para uma postura defensiva sectária, polarizando o país mais ainda.
Uma geração atrás, a maioria dos egípcios escolhia para seus filhos nomes que podiam ser cristãos ou muçulmanos, como Karim ou Adel. Hoje eles tendem a dar a seus filhos nomes como Mohammed ou Girgis (Jorge), que definem sua filiação sectária imediatamente.
Do mesmo modo, a adoção quase universal do hijab pelas mulheres muçulmanas deixou as mulheres coptas expostas e às vezes sujeitas a ameaças e abusos. Diante da polarização e discriminação crescentes, os coptas tendem a formar suas escolas e seus clubes sociais próprios, guardando distância da maioria muçulmana. Isso é algo que foi encorajado muitas vezes pelo clero copta, tão conservador quanto o muçulmano.
Ao mesmo tempo, os coptas viram sua influência política declinar pouco a pouco. Sob o governo Mubarak, ainda havia um governador de província copta e dois ministros coptas. Mas, contrastando com a situação vigente nos tempos de Nasser e Sadat, não há figuras seniores da polícia, juízes, vice-reitores de universidades ou generais militares coptas.
No entanto, mesmo que os coptas enfrentassem alguma discriminação institucional, o próprio Mubarak era em grande medida favorável à comunidade. Ele fez alguns gestos importantes em direção a ela, como converter o Natal em feriado nacional e liberalizar as regras sobre a construção de novas igrejas.
Os coptas tinham plena consciência que, sem ele, as coisas poderiam piorar muito para o lado deles.
Em um primeiro momento as manifestações na praça Tahrir foram um modelo de boa convivência sectária, com manifestantes muçulmanos e cristãos protegendo uns aos outros contra a violência da polícia e dos capangas do regime.
Mas, em meio à incerteza e violência crescentes que se seguiram à queda de Mubarak, vários tumultos anti-coptas de violência crescente explodiram em Cairo e Alexandria, que o Exército fez muito pouco para reprimir. Em março, um pequeno choque em um subúrbio do Cairo terminou com o Exército enviando um xeque salafista para promover uma reconciliação.
Em maio, igrejas foram atacadas por multidões salafistas enfurecidas no subúrbio cairota de Imbaba, depois de serem espalhados rumores de que uma muçulmana teria sido sequestrada por coptas, e salafistas lançaram um chamado no Twitter a seus seguidores para se reunirem em massa e "libertarem uma irmã muçulmana".
O Exército assistiu sem intervir enquanto igrejas eram incendiadas, fato que incentivou radicais a tomarem a lei nas próprias mãos em outros lugares também. Ontem a mídia controlada pelo Exército foi um passo mais longe, incentivando cidadãos patrióticos a defenderem o Exército assediado pelo que ela descreveu como sendo "uma turba cristã".
O dilema e os medos dos coptas espelham os das minorias cristãs em todo o Oriente Médio. Assim como o idoso papa copta Shenouda apoiou Mubarak até o momento da queda deste, fosse o que fosse que os coptas individuais estivessem fazendo na praça Tahrir, as igrejas na Síria estão dando apoio público a Assad, mesmo que muitos ativistas cristãos estejam na vanguarda da oposição. As hierarquias cristãs não se esquecem da devastação da comunidade cristã iraquiana.
A repressão violenta pelo Exército de um protesto cristão no Cairo reflete o perigo crescente à minoria copta do Egito desde a queda de Saddam, quando metade da população cristã iraquiana --cerca de 400 mil pessoas-- foi forçada a deixar o país em meio a uma onda de pogroms islâmicos.
Teme-se que a primavera árabe possa assinalar o início do derradeiro inverno cristão para os fiéis esquecidos do Oriente Médio. Apenas eleições e o advento de governos democráticos estáveis e solidários em toda a região poderiam abrandar esses temores. Lamentavelmente, essa perspectiva parece ser menos provável a cada dia que passa.
Fonte: Folha.com e Guardian
Redes sociais colocam empresas em risco, diz pesquisa
Empresas não contam com segurança adequada para possibilitar o uso de ferramentas de mídia social. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Ponemon a pedido da Websense.
Dos 4.640 participantes do estudo, 63% disseram que, no ambiente de trabalho, as redes sociais representam risco de segurança, mas apenas 29% acreditam ter ferramentas necessárias para se proteger. Além disso, 50% dos participantes apontaram um aumento de malware em função da mídia social.
Para chegar a essa conclusão, a Pesquisa Global dos Riscos das Redes Sociais ouviu profissionais de TI e de segurança de companhias na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Hong Kong, Índia, Itália, México, Reino Unido e Singapura.
No Brasil, a maioria dos entrevistados concorda que o uso da mídia social no trabalho é importante para atingir objetivos corporativos. No entanto, 67% deles acreditam que a utilização da ferramenta representa grande ameaça à companhia. Apenas 21% disseram acreditar ter os controles necessários para eliminar ou reduzir os riscos das redes sociais.
A pesquisa mostra ainda que os países que mais consideram a mídia social uma ameaça para a organização são Canadá, Hong Kong e México. Os que menos consideram são França e Itália.
Em todo o mundo, aponta o estudo, a frequência dos ataques de malware aumentou com a mídia social e não para de crescer. O levantamento mostra que 52% das empresas detectaram aumento da frequência dos ataques de malware como resultado direto do uso de mídia social, e 27% dizem que, recentemente, esses ataques aumentaram mais de 51%.
Em solo nacional, segundo 58% dos entrevistados, as infecções por vírus e malware estão aumentando devido ao uso das redes sociais. Por outro lado, muitas empresas (37%) não mantêm políticas comunicando o uso aceitável da mídia social no ambiente de trabalho. Enquanto isso, 28% não têm certeza de que elas existem. Das companhias nacionais que adotaram políticas, apenas 37% dizem que a política é aplicada.
As três tecnologias que os participantes de todo o mundo consideram mais importantes para reduzir ou eliminar ameaças que acompanham a mídia social são antivírus/antimalware (76%), segurança do endpoint (74%) e gateways seguros da web (73%), aponta a pesquisa.
Fonte: Computer World
Dos 4.640 participantes do estudo, 63% disseram que, no ambiente de trabalho, as redes sociais representam risco de segurança, mas apenas 29% acreditam ter ferramentas necessárias para se proteger. Além disso, 50% dos participantes apontaram um aumento de malware em função da mídia social.
Para chegar a essa conclusão, a Pesquisa Global dos Riscos das Redes Sociais ouviu profissionais de TI e de segurança de companhias na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Hong Kong, Índia, Itália, México, Reino Unido e Singapura.
No Brasil, a maioria dos entrevistados concorda que o uso da mídia social no trabalho é importante para atingir objetivos corporativos. No entanto, 67% deles acreditam que a utilização da ferramenta representa grande ameaça à companhia. Apenas 21% disseram acreditar ter os controles necessários para eliminar ou reduzir os riscos das redes sociais.
A pesquisa mostra ainda que os países que mais consideram a mídia social uma ameaça para a organização são Canadá, Hong Kong e México. Os que menos consideram são França e Itália.
Em todo o mundo, aponta o estudo, a frequência dos ataques de malware aumentou com a mídia social e não para de crescer. O levantamento mostra que 52% das empresas detectaram aumento da frequência dos ataques de malware como resultado direto do uso de mídia social, e 27% dizem que, recentemente, esses ataques aumentaram mais de 51%.
Em solo nacional, segundo 58% dos entrevistados, as infecções por vírus e malware estão aumentando devido ao uso das redes sociais. Por outro lado, muitas empresas (37%) não mantêm políticas comunicando o uso aceitável da mídia social no ambiente de trabalho. Enquanto isso, 28% não têm certeza de que elas existem. Das companhias nacionais que adotaram políticas, apenas 37% dizem que a política é aplicada.
As três tecnologias que os participantes de todo o mundo consideram mais importantes para reduzir ou eliminar ameaças que acompanham a mídia social são antivírus/antimalware (76%), segurança do endpoint (74%) e gateways seguros da web (73%), aponta a pesquisa.
Fonte: Computer World
Líder supremo do Irã irá decidir ser Pastor Yusef Nadarkhani será executado por crer em Deus
Devido a repercussão internacional do caso do Pastor Yusef Nadarkhani, que foi preso por se recusar a negar o cristianismo, o julgamento pode ir parar nas mãos do Aiatolá Ali Khamenei, que é o líder supremo do Irã. Como o Irã é uma Teocracia (país onde a religião está acima do Estado), ele possui autoridade máxima.
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O advogado do Pastor Nadarkhani, Mohammad Ali Dadkhah, o Tribunal decidiu solicitar ao Aiatolá um parecer sobre o caso, e o veredicto pode ser dado a qualquer momento, pois envolver Khamenei em assuntos como esse é incomum.
Nadarkhani tem 32 anos de idade e lidera uma pequena comunidade evangélica denominada Igreja do Irã. Ele foi preso em Outubro de 2009 e pode ser condenado à morte por se afastar da religião de seus pais, o islamismo. Segundo a Lei Sharia, ele poderia durante o julgamento, negar o cristianismo e se arrepender, porém o Pastor Nadarkhani se recusa a abandonar a fé em Cristo.
Segundo a agência de notícias AFP, no último dia 30/09 o vice-governador da região de Gilan afirmou que o Pastor Nadarkhani não deverá ser condenado à morte por apostasia, mas sim por supostos crimes contra a segurança nacional.
Diversos países se manifestaram contra a sentença e fizeram apelos pedindo que o Pastor fosse libertado, pois ele apenas estava manifestando sua fé, um direito universal. Dentre os países que se manifestaram, destacam-se Alemanha, França, Estados Unidos e o Reino Unido.
No Brasil, alguns parlamentares já solicitaram ao Governo que seja feito um apelo ao Irã, pedindo misericórdia, porém o Ministério das Relações Exteriores ainda não se manifestou sobre o caso. Dentre os parlamentares brasileiros que se manifestaram, estão o Pastor Marco Feliciano e o Bispo Marcelo Crivella.
Fonte: Gnóticias, Publicado por Tiago Chagas (perfil no G+ Social) em 10 de outubro de 2011
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O advogado do Pastor Nadarkhani, Mohammad Ali Dadkhah, o Tribunal decidiu solicitar ao Aiatolá um parecer sobre o caso, e o veredicto pode ser dado a qualquer momento, pois envolver Khamenei em assuntos como esse é incomum.
Nadarkhani tem 32 anos de idade e lidera uma pequena comunidade evangélica denominada Igreja do Irã. Ele foi preso em Outubro de 2009 e pode ser condenado à morte por se afastar da religião de seus pais, o islamismo. Segundo a Lei Sharia, ele poderia durante o julgamento, negar o cristianismo e se arrepender, porém o Pastor Nadarkhani se recusa a abandonar a fé em Cristo.
Segundo a agência de notícias AFP, no último dia 30/09 o vice-governador da região de Gilan afirmou que o Pastor Nadarkhani não deverá ser condenado à morte por apostasia, mas sim por supostos crimes contra a segurança nacional.
Diversos países se manifestaram contra a sentença e fizeram apelos pedindo que o Pastor fosse libertado, pois ele apenas estava manifestando sua fé, um direito universal. Dentre os países que se manifestaram, destacam-se Alemanha, França, Estados Unidos e o Reino Unido.
No Brasil, alguns parlamentares já solicitaram ao Governo que seja feito um apelo ao Irã, pedindo misericórdia, porém o Ministério das Relações Exteriores ainda não se manifestou sobre o caso. Dentre os parlamentares brasileiros que se manifestaram, estão o Pastor Marco Feliciano e o Bispo Marcelo Crivella.
Fonte: Gnóticias, Publicado por Tiago Chagas (perfil no G+ Social) em 10 de outubro de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Deputados evangélicos denunciam: alunos foram trancados e obrigados pelo MEC a assistirem vídeos do kit gay
Isto é um absurdo, onde está o principio ético da Família, O principio de Deus? Será que estamos no Brasil ou em Sodoma e Gomorra? Basta, Cuidados pais alerte aos seus Filhos ensine a Palavra de Deus, para que o inimigo não destrua com eles. LEMBRE-SE TODOS JESUS ESTA VOLTANDO, É SÓ O COMEÇO, VAMOS VIGIAR PARA QUE NÃO PERDER NOSSA COROA, todos aqueles que crer e se converter estara Salvo, e todo aquele que anda segundo o mundo, nas impureza de seu coração, na prostituição, no homexexualismo, na idolatria, no pecado esse sera condenado.
ASSISTA O QUE O MEC ESTA QUERENDO OFERECER AOS SEUS FILHOS.
VOCÊ VAI CONCORDAR?
DEIXE SEU COMENTÁRIO COM SUA OPINIÃO, O QUE ACHAS DE TUDO ISTO?
“Isso é crime”, disse a deputada Antônia Sales (PMDB). “ Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?
O deputado Astério Moreira (PRP) afirmou ter recebido denúncias de estudantes da escola Armando Nogueira segundo as quais eles estavam sendo obrigados a assistir os vídeos do kit gay. “Eles reclamaram que nem sequer puderam sair da sala de aula, porque foi trancada.”
A exibição dos vídeos teria continuado mesmo após a presidente Dilma Rousseff ter mandado suspender a produção do material por considerá-lo “inadequado”. Em um dos vídeos, o “Encontrando Bianca” (ver abaixo), um estudante assume a sua homossexualidade.
O secretário Henrique Corinto (Justiça e Direitos Humanos) reconheceu que os vídeos foram distribuídos a algumas escolas como parte do “um projeto piloto”.
Ele informou que já tinha mandado suspender a exibição por causa da “polêmica” do assunto.
Fonte: Paulopes
ASSISTA O QUE O MEC ESTA QUERENDO OFERECER AOS SEUS FILHOS.
VOCÊ VAI CONCORDAR?
DEIXE SEU COMENTÁRIO COM SUA OPINIÃO, O QUE ACHAS DE TUDO ISTO?
Fonte: evangelico em ação/ youtube
Deputados evangélicos denunciam: alunos foram trancados e obrigados pelo MEC a assistirem vídeos do kit gay
A bancada evangélica da Assembleia Legislativa do Acre acusou o MEC (Ministério da Educação e Cultura) de ter usado alunos da rede estadual de ensino de Rio Branco como cobaias dos vídeos do material pedagógico anti-homofobia que seria distribuído a 6.000 escolas do país.
“Isso é crime”, disse a deputada Antônia Sales (PMDB). “ Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?
O deputado Astério Moreira (PRP) afirmou ter recebido denúncias de estudantes da escola Armando Nogueira segundo as quais eles estavam sendo obrigados a assistir os vídeos do kit gay. “Eles reclamaram que nem sequer puderam sair da sala de aula, porque foi trancada.”
A exibição dos vídeos teria continuado mesmo após a presidente Dilma Rousseff ter mandado suspender a produção do material por considerá-lo “inadequado”. Em um dos vídeos, o “Encontrando Bianca” (ver abaixo), um estudante assume a sua homossexualidade.
O secretário Henrique Corinto (Justiça e Direitos Humanos) reconheceu que os vídeos foram distribuídos a algumas escolas como parte do “um projeto piloto”.
Ele informou que já tinha mandado suspender a exibição por causa da “polêmica” do assunto.
Fonte: Paulopes
Marcha para Jesus no Rio de Janeiro supera espectativas e reune Silas Malafaia e 200 mil pessoas contra a PLC 122
Marcha para Jesus no Rio de Janeiro supera espectativas e reune Silas Malafaia e 200 mil pessoas contra a PLC 122
Uma multidão participou da Marcha para Jesus, evento organizado por pastores de igrejas evangélicas que começou às 13h. Sete trios elétricos já saíram da central do Brasil em direção à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, onde um palco esta montado para apresentações de mais de 20 atrações gospel. A expectativa dos organizadores é de que 100 mil pessoas tenham participado do evento.
O objetivo da marcha, segundo o presidente do Conselho de Ministros do Estado do Rio de Janeiro, Pastor Marcos Gregório, é “proclamar as palavras de Deus” e “continuar a luta contra a PL 122″. Diversas faixas enfeitam o evento, dentre elas, as que criticam o projeto de lei que criminaliza a discriminação contra os homossexuais. Uma delas diz: “Homossexualismo é pecado”.
“Vamos proclamar o evangelho. Há muito tempo os evangélicos precisam disso, ir para as ruas, sair das igrejas, mostrar cidadania. Nossa marcha continua o que já fizemos em Brasília. Somos contra a PL 122 e a favor da expressão religiosa”, disse Marcos Gregório.
Presente no primeiro trio elétrico, o pastor Silas Malafaia gritava palavras de ordem aos fiéis, que aplaudiam e gritavam em euforia: “A PL 122 é inconstitucional. Lei contra a homofobia já existe. O que estão dizendo é conversa para privilegiar uma minoria. Queremos liberdade para nos expressar”, argumentou Malafaia.
No dia 23 de junho acontece a Marcha para Jesus em São Paulo que contará com a presença da banda internacional Christafari. O evento sairá em frente a estação Tiradentes do metrô com destino a Praça Herois da Força Expedicionária Brasileira.
Uma multidão participou da Marcha para Jesus, evento organizado por pastores de igrejas evangélicas que começou às 13h. Sete trios elétricos já saíram da central do Brasil em direção à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, onde um palco esta montado para apresentações de mais de 20 atrações gospel. A expectativa dos organizadores é de que 100 mil pessoas tenham participado do evento.
O objetivo da marcha, segundo o presidente do Conselho de Ministros do Estado do Rio de Janeiro, Pastor Marcos Gregório, é “proclamar as palavras de Deus” e “continuar a luta contra a PL 122″. Diversas faixas enfeitam o evento, dentre elas, as que criticam o projeto de lei que criminaliza a discriminação contra os homossexuais. Uma delas diz: “Homossexualismo é pecado”.
“Vamos proclamar o evangelho. Há muito tempo os evangélicos precisam disso, ir para as ruas, sair das igrejas, mostrar cidadania. Nossa marcha continua o que já fizemos em Brasília. Somos contra a PL 122 e a favor da expressão religiosa”, disse Marcos Gregório.
Presente no primeiro trio elétrico, o pastor Silas Malafaia gritava palavras de ordem aos fiéis, que aplaudiam e gritavam em euforia: “A PL 122 é inconstitucional. Lei contra a homofobia já existe. O que estão dizendo é conversa para privilegiar uma minoria. Queremos liberdade para nos expressar”, argumentou Malafaia.
No dia 23 de junho acontece a Marcha para Jesus em São Paulo que contará com a presença da banda internacional Christafari. O evento sairá em frente a estação Tiradentes do metrô com destino a Praça Herois da Força Expedicionária Brasileira.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Pastor especialista em Apocalipse afirma que fim do mundo será o retorno de Jesus para ser governante da Terra
Pastor especialista em Apocalipse afirma que fim do mundo será o retorno de Jesus para ser governante da Terra
O pastor Edison Naves (foto), da Igreja Batista Maranata, de São José dos Campos (SP), tem uma mensagem tranquilizadora à humanidade.
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Ele disse que, diferentemente do que alguns de seus colegas evangélicos americanos estão anunciando, o mundo não vai acabar por estes dias. E mesmo quando “acabar” não será o fim de tudo.
Ele é especialista em fim de mundo. Estuda há 30 anos as profecias da Bíblia, dá mini-cursos com temas como “Jesus vai voltar. E Agora?” e escreveu o livro “Escatologia e a vida de Santidade”.
Ao ser procurado pelo The Christian Post, Naves disse que o fim do mundo será, na verdade, o fim de uma era e o começo de outra em que Jesus Cristo descerá do céu para governar pessoalmente a Terra.
Ele disse que, com a vinda do Senhor, a Terra se tornará em um novo céu, que será habitado apenas pelos crentes. Os ímpios, segundo ele, terão de conviver com o diabo, no inferno, que ele chama de “lago do fogo”. “Deus não vai estar lá, que é um lugar de egoísmo, de sofrimento.”
Naves afirmou que Cristo vai descer “fisicamente” no Monte das Oliveiras, em Israel, de onde julgará as nações, de acordo com Mateus 25.
Embora seja um estudioso em Juízo Final, ele não sabe exatamente quando começará essa nova era. Mas tem a certeza de que pelo menos dois eventos vão proceder a redenção dos puros: um período de 7 anos de muita dificuldade (como ocorreu com o povo de Israel) e o arrebatamento dos crentes e da igreja.
Também garantiu que o reino de Jesus na Terra terá duração de 1.000 anos, culminando com a derrota definitiva do diabo.
Fonte: Paulopes
Após pressão da Bancada Evangélica, Ministério da Educação irá reavaliar kit gay
Após pressão da Bancada Evangélica, Ministério da Educação irá reavaliar kit gay
Após polêmica sobre o chamado kit anti-homofobia, o ministro Fernando Haddad (Educação) não descartou que o material possa sofrer alterações. Haddad disse ainda que parte do material recebido pela bancada evangélica da Câmara e divulgado como parte do kit “não saiu do MEC”.
Se aprovado pelo ministério, o Kit (três vídeos sobre transexualidade, bissexualidade e meninas lésbicas) poderá ser repassado para estudantes do ensino médio das escolas públicas.
Segundo o ministro, o kit foi entregue ontem a pasta e será avaliado pela comissão de publicação do órgão, que vai ouvir secretários estaduais e municipais sobre o conteúdo. Também serão chamados para discutir o kit deputados da bancada evangélica, católica e da frente parlamentar de defesa da família.
O ministro foi chamado hoje às pressas para explicar o kit para as bancadas religiosas da Câmara que haviam anunciado ontem que “não votariam” nenhuma matéria caso o material não fosse recolhido. Parlamentares da bancada evangélica sustentam que o material já está sendo divulgado.
Haddad disse que o MEC não distribuiu o material, mas não quis apontar o vazamento. Deputados que participaram da reunião disseram que no encontro o ministro atribuiu a divulgação do Kit, que não estaria pronto, à empresa responsável pela produção.
O ministro disse à Folha que o material que não seria do MEC contém cenas de sexo explícito. Na reunião, deputados mostraram uma cartilha que tem o símbolo do MEC que fala, por exemplo, de masturbação e ainda uma cartilha com símbolo do Ministério da Saúde com ilustrações com cenas de sexo entre dois homens.
“Eu recebi ontem o material. [...] Vai para comissão que vai ouvir os secretários estaduais e municipais e os parlamentares que pediram para participar e participarão. O material que vi circulando aqui [Congresso] não é do ministério. Vários dos materiais que foram distribuídos aqui, que circularam aqui não são do Ministério da Educação”.
O ministro afirmou que a produção do kit foi contratada a uma ONG há três anos e só será oficial após a aprovação do ministério. “O problema do vídeo que está no youtube é que esse material está sendo produzido há mais de um ano. Teve muitas idas e vindas. O MEC recomenda alterações, modificações, e o material acaba sendo refeito a partir da perspectiva do ministério da educação. Ele só se torna oficial quando é aprovado pela comissão de publicação”.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), afirmou que o kit pode levar meninos e meninas a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”.
Fonte: Folha
Após polêmica sobre o chamado kit anti-homofobia, o ministro Fernando Haddad (Educação) não descartou que o material possa sofrer alterações. Haddad disse ainda que parte do material recebido pela bancada evangélica da Câmara e divulgado como parte do kit “não saiu do MEC”.
Se aprovado pelo ministério, o Kit (três vídeos sobre transexualidade, bissexualidade e meninas lésbicas) poderá ser repassado para estudantes do ensino médio das escolas públicas.
Segundo o ministro, o kit foi entregue ontem a pasta e será avaliado pela comissão de publicação do órgão, que vai ouvir secretários estaduais e municipais sobre o conteúdo. Também serão chamados para discutir o kit deputados da bancada evangélica, católica e da frente parlamentar de defesa da família.
O ministro foi chamado hoje às pressas para explicar o kit para as bancadas religiosas da Câmara que haviam anunciado ontem que “não votariam” nenhuma matéria caso o material não fosse recolhido. Parlamentares da bancada evangélica sustentam que o material já está sendo divulgado.
Haddad disse que o MEC não distribuiu o material, mas não quis apontar o vazamento. Deputados que participaram da reunião disseram que no encontro o ministro atribuiu a divulgação do Kit, que não estaria pronto, à empresa responsável pela produção.
O ministro disse à Folha que o material que não seria do MEC contém cenas de sexo explícito. Na reunião, deputados mostraram uma cartilha que tem o símbolo do MEC que fala, por exemplo, de masturbação e ainda uma cartilha com símbolo do Ministério da Saúde com ilustrações com cenas de sexo entre dois homens.
“Eu recebi ontem o material. [...] Vai para comissão que vai ouvir os secretários estaduais e municipais e os parlamentares que pediram para participar e participarão. O material que vi circulando aqui [Congresso] não é do ministério. Vários dos materiais que foram distribuídos aqui, que circularam aqui não são do Ministério da Educação”.
O ministro afirmou que a produção do kit foi contratada a uma ONG há três anos e só será oficial após a aprovação do ministério. “O problema do vídeo que está no youtube é que esse material está sendo produzido há mais de um ano. Teve muitas idas e vindas. O MEC recomenda alterações, modificações, e o material acaba sendo refeito a partir da perspectiva do ministério da educação. Ele só se torna oficial quando é aprovado pela comissão de publicação”.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), afirmou que o kit pode levar meninos e meninas a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”.
Fonte: Folha
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?
Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?
A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.
Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho...
O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.
Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?
Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.
Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima". Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.
A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.
A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:
Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha."
Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10:7), "Eu sou o caminho" (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26:29)
Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:
1 - O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...
2 - A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)
Conclusão:
Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo. A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras,
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Livro afirma haver padres homossexuais atuando no Vaticano
Livro afirma haver padres homossexuais atuando no Vaticano
O vaticanista Marco Tosatti recordou que se costuma generalizar sobre o tema e que podem existir padres com tendência homossexual, mas castos e piedosos.
O livro do jornalista Carmelo Abbate, “Sexo e o Vaticano, viagem secreta ao reino dos castos”, descreve, através de testemunhos anônimos, as relações amorosas entre os sacerdotes.
“Padres de todas as nacionalidades dividem suas vidas entre as austeras salas da Via della Conciliazione (a avenida que leva ao Vaticano) e a movimentada ‘Roma by night’”, afirma a editora italiana do livro, Piemme.
O livro também fala das relações amorosas estáveis dos padres com mulheres, da existência de filhos ilegítimos e menciona, inclusive, abortos clandestinos.
Abbate denuncia a cultura do sigilo e a vontade da Igreja de negar a realidade ante os desejos sexuais dos sacerdotes.
Em um artigo na revista Panorama, o jornalista também denunciou as aventuras noturnas dos padres homossexuais.
A diocese de Roma havia prometido punir com rigor esse tipo de comportamento que classificou de indigno.
O Vaticano não quis comentar o lançamento do livro.
A Santa Sé nega a existência de padres homossexuais, e procura encobrir casos que venham à tona. O Papa Bento XVI propôs, inclusive, uma melhor seleção para evitar que jovens com tendência homossexual entrem nos seminários.
Entrevistado pela AFP, o vaticanista Marco Tosatti recordou que se costuma generalizar sobre o tema e que podem existir padres com tendência homossexual, mas castos e piedosos.
Fonte: Veja
Comercial italiano causa polêmica ao usar imagem de “Cristo” em cena que sugere sexo
Comercial italiano causa polêmica ao usar imagem de “Cristo” em cena que sugere sexo
A Aiart, associação de telespectadores da televisão católica, fez um protesto formal sobre o comercial: “A referência a Cristo é explícita e profundamente ofensiva para o sentimento religioso”.
O anúncio é para fones de ouvido sem fio de uma empresa de telefonia móvel. Porém, não foi bem vista a decisão de mostrar justamente na época da Páscoa um homem amarrado a uma cama em uma pose que lembra Jesus na cruz.
A empresa Nodis exibiu a chamada no canal de televisão Italia 1, propriedade da Mediaset, empresa do primeiro-ministro Silvio Berlusconi. Imediatamente a Conferência dos Bispos Católicos da Itália se pronunciou. “É um conceito sórdido e incrivelmente ofensivo para aqueles que acreditam em Jesus Cristo”, disse um editorial do jornal católico Avvenire.
O editor do jornal, Marco Tarquinio, disse que o comercial nunca deveria ter sido feito e sugeriu que os católicos ofendidos com o anúncio devem parar de assistir ao canal e boicotar os produtos da empresa anunciante.
A Aiart, associação de telespectadores da televisão católica, fez um protesto formal sobre o comercial: “A referência a Cristo é explícita e profundamente ofensiva para o sentimento religioso”.
Assista:
sexta-feira, 15 de abril de 2011
SBT mostrará o 1º beijo gay da TV brasileira
Amardilha satánica para destruição e influência para nossas famílias
SBT mostrará o 1º beijo gay da TV brasileira
A novela “Amor e revolução”, do SBT, irá mostrar em duas semanas, o primeiro beijo gay na história da teledramaturgia brasileira. Será um beijo de “língua”, chamado de beijo técnico, e não um estalinho.
As atrizes que protagonizarão a cena são Luciana Vendramini e Giselle Tigre. A TV de Silvio Santos precisou de uma autorização para que a cena vá ao ar.
Em 2005, a escritora Glória Perez chegou a escrever uma cena de beijo gay na novela “América”. A cena chegou a ser gravada, mas não foi ao ar. A TV Globo achou por bem não transmitir tal sequência.
Fonte: Gospel Prime
Satanás esta tentando influência através da mídia o homossexualismo, para dentro dos lares, venho com enorme respopnsabilidade de anuciar a você meu caro leitor que tome cuidado com estes tais programas satanicos, não deixe seus filhos assistirem tal barbaridade, converse com eles sobre o tema e os assuntos e como o homossexualismo desagrada a Deus, busque ter o costume de conversar tais temas, mostre a realidade e ensine a verdade, não tente se omitir, mas tire todas as duvídas de seus filhos, para que satánas não venha roubar ele de você e nem dos caminhos de Deus.
Ore e busque ao senhor ensine seu filho no caminho que deve andar e sua casa e toda sua família serar abençoada por Deus.
Vamos orar para Deus impedir este programa antiético e anticristão ser exibido ao ar, vamos orar para o Senhor ter misséricordia de cada um de nos e livar toda nossa família das armadilhas satánicas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Confirmado: Assassino de alunos em Realengo frequentou mesquita islâmica. Anotações revelam ligação com suposto grupo terrorista
Confirmado: Assassino de alunos em Realengo frequentou mesquita islâmica. Anotações revelam ligação com suposto grupo terrorista
Contra muitas opiniões que afirmavam que Wellington Menezes não era muçulmano e até que ele seria cristão, foi confirmado que o jovem que matou 12 adolescentes em uma escola em Realengo era muçulmano, frequentou uma mesquita e fazia parte de um possível grupo terrorista.
Durante a série de depoimentos colhidos pela Polícia para a investigação, foi oficialmente assumido que o jovem assassino seria muçulmano radical, uma versão distorcida e extremista do Islamismo verdadeiro. Uma das irmãs do atirador revela que nos últimos anos ele frequentou uma mesquita no centro do Rio de Janeiro, contrariando a nota oficial da entidade afirmando que Wellington não frequentava templos da religião Islâmica.
Em cartas e manuscritos, revelados pelo programa Fantástico da TV Globo, foi possível também perceber a existência de um “grupo”, como ele chamava, liderado por um homem chamado de Abdul, que teria chegado de outro país para o Rio de Janeiro. Segundo relatos do próprio assassino para pessoas próximas, o grupo realizava reuniões fechadas na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, ambos na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com os manuscritos, o grupo teria ido para o Rio de Janeiro e Wellington os procurou, após o jovem revelar o que acreditava e o que gostaria de fazer foi recebido como membro do “grupo”: “Tenho certeza que foi o meu pai quem os mandou aqui no Brasil ele reconheceu o Abdul e mandou que ele ‘viec’ com os outros precisamente ao Rio… porque quando eu os conheci e revelei ‘tudo’ a eles eu fui ‘muito’ bem recebido e houve uma grande comemoração”
As cartas também revelam que Wellington teve um desentendimento com o grupo e em seguida decidiu seguir sozinho com suas vontades. De acordo com o diário o rompimento com o grupo teria acontecido porque uma jovem não identificada teria o convidado para visitar uma igreja também não identificado: “É que eu resolvi falar sobre a menina que me convidou a ir a igreja dela e antes de eu terminar ele já foi cortar logo no início ao invés de ouvi-la depois disso ele me ligou umas vezes e eu disse que estou saindo por respeito ao grupo”.
Apesar de ter saido do grupo, Wellington pareceu se ligar ainda mais ao Islã radical tendo dedicado horas todos os dia para isso: “Estou fora do grupo, mas faço todos os dias a minha oração do meio-dia que é a do reconhecimento a Deus e as outras cinco que são da dedicação a Deus e umas quatro horas do dia passo lendo o alcorão. Não o livro, porque ficou com o grupo, mas partes que eu copiei para mim. E o resto do tempo eu fico meditando no lido e algumas vezes meditando no onze de setembro”.
Mesmo com o conteúdo dos manuscritos o sheik Jihad Hassan reafirma que Wellington Menezes não era muçulmano: “A religião islâmica proíbe esses atos. Ela não dá amparo, não ensina, ela não dá esses ensinamentos, ela não acolhe esse tipo de pessoa, esse tipo de pensamentos, ela ensina o bem. Ensina a preservar a vida, e não a tirar a vida”.
A Polícia Militar informou que não abrirá linha de investigação para saber se o ato foi um atentado terrorista. A Polícia Federal anunciou investigação para apurar se Wellington teve ligação com algum grupo terrorista.
Fonte: Gospel+
Contra muitas opiniões que afirmavam que Wellington Menezes não era muçulmano e até que ele seria cristão, foi confirmado que o jovem que matou 12 adolescentes em uma escola em Realengo era muçulmano, frequentou uma mesquita e fazia parte de um possível grupo terrorista.
Durante a série de depoimentos colhidos pela Polícia para a investigação, foi oficialmente assumido que o jovem assassino seria muçulmano radical, uma versão distorcida e extremista do Islamismo verdadeiro. Uma das irmãs do atirador revela que nos últimos anos ele frequentou uma mesquita no centro do Rio de Janeiro, contrariando a nota oficial da entidade afirmando que Wellington não frequentava templos da religião Islâmica.
Em cartas e manuscritos, revelados pelo programa Fantástico da TV Globo, foi possível também perceber a existência de um “grupo”, como ele chamava, liderado por um homem chamado de Abdul, que teria chegado de outro país para o Rio de Janeiro. Segundo relatos do próprio assassino para pessoas próximas, o grupo realizava reuniões fechadas na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, ambos na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com os manuscritos, o grupo teria ido para o Rio de Janeiro e Wellington os procurou, após o jovem revelar o que acreditava e o que gostaria de fazer foi recebido como membro do “grupo”: “Tenho certeza que foi o meu pai quem os mandou aqui no Brasil ele reconheceu o Abdul e mandou que ele ‘viec’ com os outros precisamente ao Rio… porque quando eu os conheci e revelei ‘tudo’ a eles eu fui ‘muito’ bem recebido e houve uma grande comemoração”
As cartas também revelam que Wellington teve um desentendimento com o grupo e em seguida decidiu seguir sozinho com suas vontades. De acordo com o diário o rompimento com o grupo teria acontecido porque uma jovem não identificada teria o convidado para visitar uma igreja também não identificado: “É que eu resolvi falar sobre a menina que me convidou a ir a igreja dela e antes de eu terminar ele já foi cortar logo no início ao invés de ouvi-la depois disso ele me ligou umas vezes e eu disse que estou saindo por respeito ao grupo”.
Apesar de ter saido do grupo, Wellington pareceu se ligar ainda mais ao Islã radical tendo dedicado horas todos os dia para isso: “Estou fora do grupo, mas faço todos os dias a minha oração do meio-dia que é a do reconhecimento a Deus e as outras cinco que são da dedicação a Deus e umas quatro horas do dia passo lendo o alcorão. Não o livro, porque ficou com o grupo, mas partes que eu copiei para mim. E o resto do tempo eu fico meditando no lido e algumas vezes meditando no onze de setembro”.
Mesmo com o conteúdo dos manuscritos o sheik Jihad Hassan reafirma que Wellington Menezes não era muçulmano: “A religião islâmica proíbe esses atos. Ela não dá amparo, não ensina, ela não dá esses ensinamentos, ela não acolhe esse tipo de pessoa, esse tipo de pensamentos, ela ensina o bem. Ensina a preservar a vida, e não a tirar a vida”.
A Polícia Militar informou que não abrirá linha de investigação para saber se o ato foi um atentado terrorista. A Polícia Federal anunciou investigação para apurar se Wellington teve ligação com algum grupo terrorista.
Fonte: Gospel+
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Muçulmano profana Bíblia para “vingar” queima do Alcorão e é preso
Muçulmano profana Bíblia para “vingar” queima do Alcorão e é preso
A polícia prendeu o homem, identificado como Akhtar Hussain, um morador do bairro vizinho de Kasur, e registrou uma queixa contra ele sob a Seção 295-A do Código Penal do Paquistão.
A polícia prendeu o homem, identificado como Akhtar Hussain, um morador do bairro vizinho de Kasur, e registrou uma queixa contra ele sob a Seção 295-A do Código Penal do Paquistão.
A Seção 295-A diz: “Quem, com intenção deliberada e maliciosa ultrajar os sentimentos” religiosos de qualquer classe de cidadãos do Paquistão, com palavras, seja falada ou escrita, ou por representações visíveis insulta a religião ou crenças religiosas daquela classe, é punido com pena de prisão de qualquer descrição, por um período que pode ir até dez anos, ou multa, ou ambos.”
Segundo fontes policiais, Hussain tinha primeiro tentado forçar a entrada na Igreja onde um grande número de Cristãos foram assistir a uma missa especial, quando então os guardas de segurança nas portas pararam e pediram para a identificar-se.
As fontes disseram ao The Christian Post que os guardas Hussain negaram a entrada na Igreja, quando lhes disseram seu nome, e a administração da Igreja perguntou-lhe porque queria ir para a Igreja. Hussain disse que ele queria queimar a Bíblia na Igreja, assim como Terry Jones e seus companheiros pregadores Wayne Sapp que realizaram um ensaio de julgamento do Alcorão em sua Igreja. O homem muçulmano, de repente, tirou o livro sagrado cristão ele tinha escondido dentro de sua roupa e começou a rasgá-lo.
Os guardas capturaram Hussain e chamaram a polícia, que o prendeu, juntamente com as provas. Altos oficiais da polícia Umer Saeed disse que o homem estava em estado mental estável e disse aos investigadores da polícia que estava “se vingando” dos Cristãos por queimarem o Alcorão. Ele disse que foi “muito tenso,” já que ouviu a notícia do sacrilégio e queria fazer algo para se vingar.
Conversando com o The Christian Post sobre o incidente, os líderes cristãos e ativistas da sociedade civil condenaram o incidente, pedindo tolerância, respeito e aceitação das pessoas pertencentes a todas as fés.
Asif Aqeel, diretor da Iniciativa da Comunidade de Desenvolvimento da organização cristã não governamental Lahore Comunidade de Desenvolvimento, disse, “os Cristãos são orientados a oferecer a outra face. Eles também são orientados a não se vingar sim orar por seus inimigos. O ato de queimar o Alcorão realizado por Terry Jones e Wayne Sapp não tem base bíblica e não representa os ensinamentos da fé cristã. Os Cristãos do Paquistão estão enfrentando as consequências de seu ato hediondo.”
Ele disse que os Muçulmanos devem perceber que o ato de duas pessoas não deve ser considerado um ato coletivo de todos os Cristãos. “Ao mesmo tempo, podemos dizer que nenhuma pessoa civilizada pode imaginar revidar esses chamados pregadores por queimar a Bíblia … Condenamos este ato como incivil e igualmente desprovido de respeito pelos outros,” disse ele.
Napoleão Qayyum, líder da ala das minorias “da decisão do Partido Popular do Paquistão,” expressou sentimentos semelhantes.
“Condenamos firmemente este incidente, mas não vamos prender todos os Muçulmanos responsáveis pela profanação do nosso livro sagrado … o Cristianismo prega o perdão e o amor. Estamos feridos, mas não vamos responder na mesma moeda,” disse ele, acrescentando que esperava que os efeitos da violência no Afeganistão sobre o incidente da queima da Alcorão não derramar sobre o Paquistão.
Dr. Tahira Saleem, presidente do Ministério Paquistão Shekinah, disse que o Paquistão foi se tornando cada vez mais uma sociedade intolerante. “Nós não sabemos por que nossos compatriotas apontam os Cristãos responsáveis por cada ação tomada no Ocidente,” disse ela, acrescentando que toda a comunidade cristã tinha manifestado o seu protesto contra o incidente na Flórida,” mas o incidente de sexta-feira mostra o ressentimento dos Muçulmanos.”
“Acabei de orar ao Senhor para que esse incidente não levasse a qualquer tipo de violência no Paquistão,” disse ela.
Padre Emmanuel Nasari da Igreja Católica Santo Antônio não atendeu seu celular, apesar dos apelos repetidos. Oficial da Polícia Umer Saeed disse ao The Christian Post que os padres católicos se recusaram a tornar-se parte do processo, portanto, a polícia decidiu tornar-se o autor da denúncia contra Akhtar Hussain.
Enquanto isso, vários protestos contra a queima Alcorão foram notificados em todo o Paquistão, após as orações de sexta, mas não houve relatos de violência. Os manifestantes gritavam slogans contra Jones e Sapp e queimaram suas efígies, e também tomaram como alvo o governo por “não protestarem veementemente contra o incidente internacional.”
A situação no vizinho Afeganistão se descontrolou na última sexta-feira, quando milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades clamamando por justiça. Sete funcionários estrangeiros das Nações Unidas, em Mazar-i-Sharif foram mortos pelos manifestantes. Pelo menos 30 pessoas foram mortas em várias cidades do Afeganistão até o momento. Enquanto isso, Jones e seu colega pastor, que sustentam que “o Islã não é uma religião de paz,” permanecem sem remorso por sua ação.
Fonte: The Christian Post
Desastre Nuclear Traz Tribulação à Igreja Japonesa
Desastre Nuclear Traz Tribulação à Igreja Japonesa
À medida que água radioativa vaza de uma usina danificada pelo sismo ao largo da costa do Japão, uma congregação local tenta tomar medidas contra desastre.
Duas semanas atrás, o Rev. Akira Sato evacuou o seu rebanho da Primeira Igreja Batista de Fukushima, três milhas de distância da usina nuclear de Fukushima Daiichi. Para a comunidade tight-knit, que abandonou o edifício da Igreja foi um golpe porque os missionários americanos tinham começado a Igreja muito antes de a usina nuclear ser construída nos anos 1960.
“Será que vamos ser capazes de ter um culto em nossa Igreja novamente, ou será que a cidade simplesmente vai ser abandonada?” Sato perguntou em seu diário em 13 de março. Uma vez que a jornada começou, Sato manteve um diário narrando o sofrimento do dia-a-dia de sua Igreja, que ele comparou com o relato bíblico escrito no Livro do êxodo.
“Assim como os israelitas no deserto, tudo o que podemos fazer é seguir a Deus enquanto Ele nos conduz com pilares de fogo e nuvens,” escreveu Sato filosoficamente da viagem de seu rebanho.
O diário de pastor online atrai a atenção, pois oferece um raro vislumbre sobre o desastre a partir de uma perspectiva cristã.
Durante dias, Sato lotou um abrigo improvisado com 50 membros de sua congregação de uma Igreja em Yonezawa, cerca de 60 quilômetros de distância. A maioria dos membros da congregação tinham optado por se instalar com amigos e família vivendo em outras partes do país.
No entanto, aqueles que ficaram no abrigo ficaram gratos pela ajuda material, que incluía comida e roupas a partir de doadores anônimos.
“Irmãos e irmãs estão nos trazendo alimentos e roupas de todo o Japão,” escreveu Sato. “Eu me sinto como Elias, sustentado por Deus com alimentos transportados por um corvo.”
Fonte: The Christian Post
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Mortes de Inocentes em escola no Rio, isto é obra satánica.
Tragédia no Rio de Janeiro, Veja a Reportagem
Muitos, neste momento de dor estão perguntando onde esta Deus, que não impediu tal desastre,
venho com uma responsabilidade muito grande de explicar que a culpa não é de Deus, mas sim do próprio homem, Jesus falou que nos ultimos dias o amor de muitos esfriara, existira terror, guerras, os homens iriam ficar espantados, isto tudo que Jesus falou, esta acontecendo, a falta do Amor de Deus nos corações dos homens trás como conseguência um vazio na alma, onde satanás começa atuar, tentando destruir e manipular de tal forma o homem que faz leva-lo a cometer tal tragédia fatal, é incrivél como isto não é a primeira vez que acontece no mundo, em outros países ( isto é bem interezante) aconteceu do mesmo jeito, homens ou jovens entran em escolas ou creches e acabam matando várias crianças e depois cometem suícidio, onde quero chegar com isto. É realmente assustador mas quero te dizer algo, exixte vários tipos de demônios que auxiliam satanás, esses demônios quando encontram corações pertubados, vazios, da palavra de Deus, entram e acabam manipulando as mentes fazendo o homem cometer atos diabólicos, neste caso, no meu ver, acho que tem alguma relação com algum tipo de demônio, como algum tipo de ritual satánico, para o alimenta-lo é preciso de sacrificios com pessoas inocentes vivas, e essas tais pessoas posuidas de tal demônio, é capaz de matar vidas inocentes para acradar a satanás. após que o tal demônio consegue ceifar vidas, ele retira-se do corpo e com muito desespero, o individuo ao ver o que cometeu, não aguenta e comete suícidio.
Amados devemos orar, e buscar a Palavra de Deus, Deus quer nos salvar, salvar nossos Filhos, mas pra isto devemos da lugar a Deus, buscando-O de todo coração, pois só Deus pode nos salvar de tanta maldade. que Deus conforte os País das vitimas, e todos nós, e vamos orar para que isto nunca mas aconteça e este demônio caia por terra em nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, vamos orar para que este espirito satánico que levou este homem fazer tal desastre, seja destruido pelo poder do Sangue de Cristo.
Veja alguns vídeos de outros casos que aconteceu no mundo
Como é semelhante o masacre que aconteceu no Rio de Janeiro com o dos outros países.
Vamos Orar para que essse demônio seja destruido e nunca mais venha agir nas mentes e corações dos homens que não conhece a Deus.
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O Valor da Bíblia
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:
- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
- Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro. - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar. Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
- Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro... Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."
Pense agora: "O quê pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?" Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece, buscando sempre a verdade e ensinando aos nossos filhos o melhor caminho, pois Deus suprirar todas as suas necessidades.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:
- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
- Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro. - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar. Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
- Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro... Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."
Pense agora: "O quê pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?" Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece, buscando sempre a verdade e ensinando aos nossos filhos o melhor caminho, pois Deus suprirar todas as suas necessidades.